Posted by Ligia on Mar 27, '10 11:38 PM for everyone Vagando pela internet sempre encontramos coisas legais, bobas, inusitadas e algumas bem interessantes. Já postei um link com cubos bem diferentes, hoje vi um diferente [e bem útil] que deixará brincadeira clássica ao alcance de todos. Posted by Ligia on Feb 17, '10 3:54 PM for everyone Nada é errado desde que se use o bom senso. A utilização de transparencias em logos têm se tornado algo comum, ainda que não seja tão utilizado, separei algumas imagens que acho bem interessantes com Logos que usam transparências.

















Creative Atelier – Aleksandar Grkinic






Posted by Ligia on Feb 7, '10 9:18 PM for everyone Em design só se fala sobre tipografia e tipologia:
1 - Afinal, o que é isso? 2 - Qual a importância da tipografia na vida do designer gráfico? 3 - No que consiste a tipografia?
Está na hora de responder suas perguntas.
Tipografia é a impressão dos tipos. Está morrendo com o computador. Tipologia é o estudo da formação dos tipos. Cresce a cada dia. Mas no final, a nomenclatura usada é tipografia. Como fonte (família do tipo) é tipo, atualmente.
O termo tipo é o desenho de uma determinada família de letras como por exemplo: verdana, futura, arial, etc. As variações dessas letras (ligth, itálico e negrito, por exemplo) de uma determinada família são as fontes desenhadas para a elaboração de um conjunto completo de caracteres que consta do alfabeto em caixa alta e caixa baixa, números, símbolos e pontuação. Os tipos constituem a principal ferramenta de comunicação. As faces alternativas de tipos permitem que você dê expressão ao documento, para transmitir instantaneamente, e não - verbalmente, atmosfera e imagem No uso da tipografia o interesse visual é realizado através da escolha adequada de fontes tipográficas, composição (ou layout) de texto, a sensibilidade para o tom do texto e a relação entre texto e os elementos gráficos na página. Todos esses fatores são combinados para que o layout final tenha uma “atmosfera” ou “ressonância” apropriada ao conteúdo abordado. No caso da mídia impressa, designers gráficos costumam se preocupar com a escolha do papel adequado, da tinta e dos métodos de impressão. O conhecimento adequado do uso da tipografia é essencial aos designers que trabalham com diagramação, ou seja, na relação de texto e imagem. Logo a tipografia é um dos pilares do design gráfico e uma matéria necessária aos cursos de design. Para o designer que se especializa nessa área, a tipografia costuma se revelar um dos aspectos mais complexos e sofisticados do design gráfico. Na tipografia, as fontes tipográficas (ou apenas fontes) são classificadas em 4 grupos básicos: as com serifas, as sem serifas, as cursivas e as fontes dingbats.
 Toda e qualquer fonte tipográfica é composto por elementos distintos, tais como: - Linha de Base (baseline) - Linha Central (meanline ou midline)
- Ascendente (ascender)
- Descendente (descender) - Letra Caixa Alta (upper-case)
- Letra Caixa-baixa (lower-case)
- Altura de x (x-height) - Cabeça ou Ápice (apex)
- Serifa (serif)
- Barriga ou Pança (bowl) - Haste ou Fuste (stem)
- Montante ou Trave (diagonal stroke)
- Base ou Pé (foot) - Barra (bar)
- Bojo (counter)
- Etc
 O arranjo de tipos é a seleção de fonte, altura da letra (point size), largura da linha, espaçamento entre-linha (leading) e espaçamento entre-letras (kerning). Isto tudo visa melhorar a legibilidade do texto a ser escrito, facilitando o entendimento dele além de providenciar um conforto aos olhos de quem lê. Não confunda leiturabilidade com legibilidade: Leiturabilidade é relacionada a língua em que o texto é escrito ou entendido - diz respeito a dificuldade da língua em si, e não sua aparência. A ergonomia é uma das disciplinas que estuda o efeito da tipografia nos seres humanos, examinando o conforto visual, o entendimento da mensagem, entre outras coisas. Há cinco maneiras básicas de organizar as linhas de composição em uma página : 1) Justificada: todas as linhas têm o mesmo comprimento e são alinhadas tanto a esquerda quanto a direita.
2) Não-justificada á direita: as linhas têm diferentes comprimentos e são todas alinhadas á esquerda e irregulares a direita.
3) Não-justificada á esquerda: as linhas têm diferentes comprimentos e são alinhadas á direita e irregulares a esquerda.
4) Centralizada: as linhas têm tamanho desigual, com ambos os lados irregulares.
5) Assimétrica: um arranjo sem padrão previsível na colocação das linhas.  Dicas importantes Alinhamento: Evite alinhamento centralizado em textos longos. O excesso de espaço branco nas laterais tende a fazer a pessoa se perder. Opte por textos alinhados a esquerda, sem justificativa (caso as palavras fiquem com espaçamento grande d e m a i s entre elas) Contraste: Nunca utilize tipo claro em fundo claro, ou tipo escuro em fundo escuro. Opte sempre pelo contraste. Afinal de contas, texto é para ser lido! Para impressos, o melhor é sempre letra preta no papel branco. Já para os computadores, há muita divergência de opiniões: para muitos, letra branca em fundo preto é menor pois na tela o branco é uma luz emitida, enquanto o preto é ausente (o que supostamente deveria facilitar a leitura além de não consumir tanta energia elétrica). Mas isto ainda é disputado. De qualquer maneira, contraste sempre. Use apenas uma categoria de fonte: Se você fizer um texto todo com uma fonte serifada, utilize apenas fontes serifadas no resto do texto. Não mude no meio do caminho, pois isso pode trazer uma confusão visual ao leitor. Se for mudar de fonte, deixe óbvio a mudança; Dá pra criar um texto com título em Arial e corpo do texto em Times New Roman (sem-serifa e serifada, respectivamente). Mas deixe óbvio a mudança - use uma cor diferente, um fundo diferente, ou um tamanho de letra diferente. Além de criar um impacto visual melhor, a pessoa não fica achando que o designer errou na hora de utilizar suas fontes.

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Como leitura indico a COMPUTER ARTS BRASIL PROJECTS #9. Nesse mês o assunto é tipologia, vale a pena conferir.
Ligia Mara Ferraz dos Santos.
Posted by Ligia on Feb 4, '10 9:56 AM for everyone Postado por: Ligia Mara Ferraz dos Santos.
Designers tem uma reputação muitas vezes distorcida pela sociedade, então resolvi compilar essa lista (feita por um designer mexicano) substituindo alguns itens e adicionando outros para você que está pensando em casar com um Designer. Mas lembre-se, não desista de um casamento ele não um é empreendimento. (é uma loucura)
Segue a lista.
Há milhões e milhões de designers no mundo.
- São egoístas e egôcentricos.
- Todos tem salários baixos.
- Não aceitam críticas (recebem mas não as entendem).
- Eles odeiam outros designers.
- Não sabem somar nem subtrair quando vão ao mercado.
- Não sabem mudar uma lâmpada sem fazer um esboço
- Gostam de ver os créditos completos do filme (e cenas cortadas).
- Não deixam você decorar a sua casa.
- Tudo é um grande brainstorm (tempestade de ideias).
- Você nunca saberá se os documentos e credenciais são reais ou adulterados.
- Fazem montagem com suas fotos.
- Mantêm revista e qualquer coisa que tenha fotos no banheiro.
- Idolatram pessoas totalmente desconhecidas (Bansky, Sagmeister, Basquiat, Paul Rand, etc.).
- Tira fotos para seu diário todos os dias.
- Acham que tudo pode ser resolvido com um Shape ou uma nova Layer.
- Tudo é justificado a esquerda, direito e centro, pelo menos quando estão atrasados.
- Todos odeiam a fonte “Comic Sans” (e amam Helvetica).
- Tomam bebidas de qualquer espécie apenas porque gostam da embalagem.
- Eles roubam placa da rua e orelhões telefônicos.
- Roubam cartazes de shows e eventos e te fazem passar vergonha.
- Amam ténis com cores estranhas e bizarras.
- Usam all star com roupa social e acham o máximo (Cuidado ele pode usar isso no casamento).
- Tem sempre marcas de tintas em suas mãos.
- Eles ficam irritados com as palavras: bonito, feio e artista.
- Eles precisam consultar o Pantone antes de se vestir para saber a combinação correta e para ter um contraste legal.
- Eles odeiam Office (Word, Excel, PowerPoint, Publisher).
- Acham que podem salvar o mundo com um cartaz bonito.
- Eles sempre sabem tudo todo o tempo.
- Gostam de músicas “Indie” (Aquela música que metade da humanidade nunca ouviu falar).
- Criam suas piadas locais, e vão rir daquele video que você achou sem graça no Youtube.
- Lêem livros raros, histórias para crianças e semiótica.
- Eles gastam horas incontáveis em seus espaços, rindo sozinhos, com seu computador (geralmente Mac).
- Sua vida social depende de seus amigos e outro designer.
- A maioria é viciada em tecnologia, ou seja todo o dinheiro da família vai parar na Apple Store.
- Eles gostam de camisas com estampas e alguma brincadeira sobre algo atual ou muito retrô.
- Todos tem suas lojas preferidas, que atendem o publico “Staile”.
- Eles viram psicopatas quando você diz que design é apenas desenho.
- Começam a rir sozinho quando pensam em como executar um job.
- Fumam maconha!
- Sempre dizem que podem superar o trabalho dos outros.
- Todos já foram ou cogitarão ser DJs (pelo menos uma vez).
- Costumam vender tudo que compram, livros, revistas, canetas, camisetas (cuidado você está a venda).
- Todos tem personalidade geeks e infantis.
- Gostam de desenhos americanos ou japoneses e passarão horas assistindo.
- Gostam de mudar de cidade, estado país o tempo todo.
- Trabalham retocando foto de modelos e olhando mulheres em grande parte do seu tempo.
- Assistem documentários e vão a museus o tempo todo, não importa o que seja.
- Fumam Camel porque acham a carteira bonitinha.
- Tenha sempre um bom sonho, porque eles trabalham a noite.
- Não pode ver um folder com verniz localizado sem ficar o tempo todo passado o dedo em cima.
- Já fizeram ou tem vontade de fazer, ToyArt, Paper Toys.
- Vão no MC só pra comprar um MClanche Feliz e ganhar os bonecos do desenho do momento (pixar ou billy e mandy, marvel)
- Enfeitam suas mesas com 200 bonecos de desenhos pixar, desenhos japoneses, etc.
- São viciados em algum jogo, de preferência PES e MMO.
- As 2 coisas que fazem perder o sono são: Muita preocupação (jobs em cima do time ou atrasados) ou muita inspiração (essa é melhor que redbull pra deixar acordado).
- Tomam RedBull, Burn e outros energéticos.
- Super tendência a bissexualidade em ambos sexo! (quem frequenta eventos de designers sabe muito bem como é… hahahaa)
- Quando estão em salas esperando por algo e lendo revistas, costumam virar a revista ao contrário para saber que agência produziu a campanha.
- Ficam irritados quando você fala sobre o estereótipo deles.
Fonte:
Posted by Ligia on Jan 26, '10 4:37 PM for everyone :: Proximidade
Itens relacionados entre si, devem ser agrupados. quando vários ítens estão próximos, tornam-se uma unidade visual, e não várias unidades individualizadas. isso ajuda a organizar informações e reduz a desordem. Nada deve ser colocado arbitráriamente em uma página. cada elemento deve ter uma ligação visual com outro elemento da página. isso cria uma aparência limpa, sofisticada e suave.
:: Repetição
Repita os elementos visuais do design e espalhe-os pelo material. você pode repetir a cor, forma, a textura e as relações espaciais como a espessura, os tamanhos, etc. isso ajuda a criar uma organização e fortalece a unidade.
:: Contraste
Objetiva evitar elementos meramente similares em uma página. se os elementos (tipo, cor, tamanho, espessura da linha, forma, espaço) não forem os mesmos, diferencie completamente.
Posted by Ligia on Jan 15, '10 6:21 AM for everyone Por: Vanessa Foresta Santa Paula É difícil tornar um cliente fiel, pois muitas vezes não somos fiéis em situações que fazem parte de nosso próprio cotidiano de consumo. Como conquistar fidelidade dos clientes à nossa empresa, ao nosso produto ou ao nosso serviço? O primeiro passo está na necessidade fundamental da satisfação de nossos clientes. E o que é satisfação? Em minha opinião, pela experiência acumulada de 15 anos na área comercial, satisfazer é surpreender a demanda do cliente. Não é somente fazer o que ele nos pede. Mas, sim vislumbrar, em primeiro lugar, o que o cliente e o mercado esperam ou gostariam de ter. É solucionar seus eventuais problemas.
Satisfação é transmitir segurança ao cliente e, consequentemente, conquistar sua confiança. É fazer com que sua empresa ou seu produto seja o primeiro a vir na cabeça de seu público, quando o mesmo necessitar de um produto ou de um serviço. Contudo, outros pontos devem estar agregados a esta lembrança como: preço, prazo de entrega, qualidade do produto ou serviço e, principalmente, alta qualidade no atendimento.
É preciso criar um relacionamento duradouro entre cliente e fornecedor. Mas, para isso, é imprescindível haver honestidade entre as partes. Sermos simples e não simplistas nos dá maior possibilidade de solucionarmos grandes problemas. A diferença está no pequeno detalhe, aquele que somente um olhar simples e atento pode ver. Sim, o detalhe faz toda a diferença e traz uma probabilidade muito maior de fidelização. Mas ele vale quando seu cliente percebe o interesse e o envolvimento de seu fornecedor na solução de alguns dos seus problemas que, muitas vezes, não são poucos.
Ir além de um processo de pré, durante e pós-venda, requer participar do crescimento de seu mercado. Nesse caso, engajar-se também é ajudar seu cliente a vender. É só pensarmos estrategicamente: quanto mais ele cresce com nosso auxílio, mais acredita em nosso potencial e disponibiliza vontade e investimento para novas aquisições. É preciso flexibilidade de negociação e visão para perceber como devemos personalizar o atendimento aos clientes, oferecendo aos mesmos o que cada um merece, além, é claro, do respeito, atenção e bom atendimento: pré-requisito para o processo.
Os seus clientes podem e devem ser tratados de forma a atender os quesitos básicos com doses de pró-atividade constantes, independente de seu valor, sejam eles de maior rentabilidade, menos chatos, mais exigentes ou menos rentáveis. Lembre-se: O menos rentável pode, amanhã, ser o mais rentável. Por isso, cuidado, sua imagem sempre estará em jogo.
O cliente de hoje que procura a sustentabilidade de seu negócio age com precisão e objetividade. Não é comum trocar de fornecedor quando se está satisfeito. Não tem custo inferior que supere o que chamamos de satisfação, qualidade de produto ou serviço, respeito, atenção e qualidade de atendimento. Sem uma pesquisa mínima, o fornecedor que não der a devida atenção a seu cliente e ainda tratá-lo de forma ociosa, certamente irá entrar para a lista das principais estatísticas de reclamação no mercado em que vivemos, porque o consumidor se tornou exigente mediante a tantas ofertas existentes.
Vejo a fidelização como um trabalho árduo e constante de satisfação. Ela começa na pré-venda, desde a demonstração de soluções, envolvimento e interesse, até a criação de mais valores a cada negociação. Ou seja, a política do “ganha-ganha”. A criação de um relacionamento profundo e duradouro é a primeira a ser lembrada. A aplicação desse conceito passa pela venda e continua na pós-venda com treinamento, adequações e acompanhamento constante do produto ou serviço. Tudo isso, agregado ao preço e à qualidade, tem base na possível, veja bem, eu disse possível, fidelização. Por incrível que pareça, ainda encontramos uma visão mais “antiquada” de empresas que dizem: “todo fornecedor é igual”.
O mercado está pronto para absorver uma nova cultura. Ele ainda está em fase de transformação. Mas, para que mudemos essa visão, é preciso mais. E o melhor método para isso é realmente fazer da busca da fidelização um costume diário, para uma nova geração que virá com empresas mais jovens, modernas e, prioritariamente, repito: exigentes. Quem não tiver engajamento não fará parte do que está por vir e terá que se render a opinião de outras épocas, que em breve não farão parte de um futuro cada vez mais presente.
E quem é o responsável pela satisfação do cliente? Todos os colaboradores que, direta ou indiretamente, têm contato com o mesmo. A integração de áreas é visível nas corporações e, muitas vezes, o seu contato passará pelo departamento financeiro, que também deve estar atento em surpreender o cliente. O call-center deve estar devidamente treinado, sem textos decorados e ações robotizadas.
As políticas de marketing devem ser dirigidas de forma inteligente, focadas em resultados que tragam valor ao cliente. Políticas ou programas de fidelização devem ser planejados e dirigidos. Exemplos básicos como oferecer um passeio de ultraleve a um senhor de idade e que não goste deste tipo de aventura, divulgar um carro antigo a um jovem que goste de rock progressivo e alta velocidade, ou ainda, disponibilizar benefícios que só se oferecem para novos clientes aos clientes antigos, ainda são vistos por aí.
Conhecer em detalhes o perfil, gostos e preferências de cada cliente é personalizar sua comunicação. Quando você personaliza, você direciona. Seu cliente se sente importante, pois vira único, mesmo em uma base com milhões de outros clientes, que também se sentem únicos pela sua forma se segmentar. Ofereça o que realmente satisfaça o cliente e contribua com a lucratividade à empresa.
E, para finalizar, por que devemos satisfazer um cliente sempre, independente da rentabilidade ou trabalho que ele possa dar? Porque custa muito menos (tempo e dinheiro) do que fazer prospecção de novos clientes, que exige, além de novos custos, uma necessidade de adaptação ou adequações de produtos e serviços.
A cadeia está formada. Satisfação gera fidelização e, consequentemente, indicação, porque nossos clientes viram defensores de nossa empresa, marca, produto e/ou serviço. O empenho é a causa e a política de fidelização vira consequência, porque aparece de forma natural. Isso só acontece quando a satisfação é constante e sincera. Recorde-se sempre que o ótimo é inimigo do bom e que devemos, sempre, fazer o melhor em tudo que desenvolvemos, na vida e... no trabalho. Fonte: http://www.portaldapropaganda.com/marketing/2008/10/0001 -- Cordialmente, Ligia Mara Ferraz dos Santos. Posted by Ligia on Oct 28, '09 7:32 AM for everyone Dia 27 Turner fez apresentou a programação das suas atrações dos canais Turner para o ano 2010 em um mega evento no Lincoln Center (Nova Iorque).
O clima estava como o de o lançamento de uma superprodução, afinal o evento pede toda a "polpa". Para falar do Fashion TV, a chef Carla Pernambuco e também 2 top models - as brasileiras Fernanda Tavares e Ana Beatriz Barros. Abaixo segue o texto de Luiz R. Marinho sobre o evento.
Se no filme tomam cerveja, em seguida vc verá um comercial da bebida Por: Luiz Alberto Marinho
Teve, entre outras coisas, espetáculo performático do grupo argentino Fuerza Bruta, participaçoes especiais dos atores Verne Troyer (o anao Mini-Me de Austin Powers) e Matthew Settle, (o Rufus Humphrey, de Gossip Girl) e a presença das modelos brasileiras Fernanda Tavares e Ana Beatriz Barros e da top model argentina Valeria Mazza. Tudo isso entremeado pelos clips com as atraçoes dos canais do grupo. Na platéia, cerca de 500 pessoas, entre anunciantes, publicitários e jornalistas de toda a America Latina.A grande novidade prometida pela Turner foi a criaçao de uma nova proposta comercial, chamada 'Turner Media Plus', por meio do qual a empresa promete oferecer aos clientes formatos diferenciados, branded content, integraçao de comerciais de TV com mídia nos portais de internet dos canais, promoçoes conjuntas e licenciamento e uma nova estratégia, já em prática nos EUA, que permite interromper determinada cena de um filme para colar um comercial relacionado. Por exemplo, no filme as pessoas estao tomando cerveja num bar. Há um corte para o intervalo, onde uma marca de cerveja poderá colar um anúncio do seu produto logo depois da cena. Os mídias brasileiros presentes ao evento aparentemente gostaram da novidade (ha tantos anos prometida nos discursos sobre a TV do futuro). Luiz Ritton, vp de mídia da Lew, Lara, me disse que acredita que a associaçao do comercial do produto com o enredo do filme pode criar uma sinergia favorável ao consumo da marca anunciada. Segundo Rafael Davini, vp de vendas publicitárias e marketing da Turner, a venda de comerciais relacionados com o contexto dos filmes vai ser iniciada no Brasil em janeiro de 2010, nos canais TNT, TCM e Space
Retirado daqui: Blue Bus
-- Cordialmente, Ligia Mara Ferraz dos Santos. Posted by Ligia on Oct 26, '09 5:12 PM for everyone  Por Felipe Morais*
A Internet é uma mídia em que todos nós profissionais estamos aprendendo como trabalhar. Estamos entendendo o novo consumidor, o poder das redes sociais, entendendo como esse consumidor compra, pesquisa, interage. Sabemos que o consumidor hoje está com o poder, ele quer falar e ser ouvido. Ele quer ser fonte de informação, uma referência para seus amigos.
As marcas estão querendo esses consumidores ao seu lado e desenvolvendo diversas ações que possam impactar esse consumidor, porém, o que se vê ainda é que a grande maioria das ações são para gerar: impacto X venda.
A idéia é fazer banners na home de portais, sites especializados, sites regionais, links patrocinados que geram visitas a um determinado site ou hotsite e que eles gerem vendas. Quanto mais se investe, mais retorno se espera. A conta é essa, mas na minha opinião, essa conta deve começar a ser repensada. Internet não é só venda! Ela é relacionamento, interação, conversas, experiência, divulgação, comunicação e, claro, também vendas! Mas não apenas vendas! E as empresas precisam pensar nisso! Nesse ponto que eu quero chegar nesse artigo, sobre o marketing de cultivo, onde as marcas precisam usar a web para atrair “fãs” e trabalhar com esses fãs. Redes Sociais são projeções geométricas.
Imagine se uma marca possui em seu perfil do Orkut 100 “amigos” ou seguidores. Cada um desses amigos possui mais 100 pessoas, que possuem mais 100, que possuem mais 100 e por ai vai. Agora leve isso para o fato de que dentre o 1º grupo de 100 pessoas, fãs da marca X, sejam tão bem trabalhados, com informações periódicas sobre a marca e produto – não apenas com estímulos de compra – que desses 50 decidam enviar uma mensagem sobre a marca para seus 100 amigos, que aqui podemos tratar como 2º grupo. Essas 50 pessoas estão impactando – cada um – mais 100 pessoas. Dessas, podemos imaginar que 30 decidam – sendo o 3º grupo – enviar a mensagem para seus 100 amigos. São números hipotéticos, mas é algo a se pensar quando se fala em comunicação na web.
A mensagem se viralizou de tal forma que a marca não tem mais controle, entretanto, ela pode ser muito beneficiada com isso, fazendo uma grande campanha sem gastar nada e da melhor forma que existe: o boca-a-boca. Pensando em vendas, é possível mensurar que essas indicações geraram vendas futuras sem que a marca gaste um centavo para impactar um determinado grupo de consumidores.
Uma pesquisa mostra que 80% das mensagens que acreditamos vem de amigos ou conhecidos, apenas 20% são de propagandas. Sendo assim, continuando o exemplo dado no parágrafo anterior. Se 50 pessoas indicam o produto da marca X, ela é uma influenciadora, uma formadora de opinião, logo as chances de conversão ou mesmo gerar curiosidade são grandes.
Para se ter uma idéia de como uma marca pode ser beneficiada com o boca-a-boca no mundo digital, posso citar aqui o exemplo do Google, que surgiu há 10 anos. Nunca se viu uma propaganda do Google, um anúncio na TV, uma página dupla em uma revista. A marca foi simplesmente crescendo com o boca-a-boca onde pessoas usam o sistema, gostavam e passavam a experiência prazerosa para seus amigos. Isso fez com que a marca começasse a crescer, crescer e após 8 anos do seu surgimento (hoje, com 10 anos) já era a marca mais valiosa do mundo! (Segundo a Millward Brown)
E como a marca cresceu dessa forma sem fazer propaganda? Simples, oferecendo um bom serviço para seus usuários, assim milhares de blogs pelo mundo (incluo o meu blog plannerfelipemorais.blogspot.com nesse eio) escreveram diversas vezes sobre o Google. Surgiram Livros, artigos, matérias em revistas de grande circulação no mundo, matéria de programas de TV, Rádio. Enfim, a propaganda do Google foi feito pelos usuários para os usuários em uma projeção tão grande ela superou – em valor de marca – empresas centenárias como IBM, Microsfot, GM, McDonald´s e Coca-Cola, que estão entre as 10 marcas mais valiosas do mundo.
Diante a todo esse cenário é que as marcas devem começar a pensar no marketing de cultivo, ou seja, levar as pessoas para o site, hotsite ou comunidades virtuais é uma tarefa que as campanhas já fazem, o importante agora é cultivar essas pessoas. É gerar informação permanentemente para os seguidores, e repito, não apenas oferecendo produtos, mas comunicando novidades, falando sobre os garotos propaganda da marca, falando sobre notícias em torno do ambiente da marca e, claro, uma vez ou outra, criando campanhas específicas para esses seguidores, assim como a Tecnisa fez recentemente, quando fez uma ação para seus seguidores no Twitter e vendeu um apartamento na Lapa de 500 mil reais.
As campanhas de web não devem apenas gerar clicks e vendas para as marcas. Isso é o básico e o profissional de planejamento estratégico digital deve pensar muito além disso, deve-se pensar que se a agência criou uma campanha para levar as pessoas a uma determinada URL, essas pessoas não foram lá apenas para conhecer mais do produto, elas foram porque se interessam. Nesse processo, ações simples como um concurso cultural ou um espaço para que as pessoas deixem sua opinião sobre marca e produto podem gerar um mailing para o cliente muito interessante.
Só com essas duas ações simples – cadastros e seguidores em redes sociais – a marca já vai possuir uma boa base de clientes, um entendimento do que essas pessoas pensam do produto, como compram, o que acham, o que sugerem de melhorias, ou seja, a marca – e o profissional de planejamento - terá um material amplamente rico para trabalhar futuras ações.
Supondo que uma ação simples gere 1.000 seguidores em redes sociais, 500 depoimentos em um hotsite e 10 blogs que falaram espontaneamente sobre a ação. O profissional de planejamento entregará um banco de dados muito rico para a marca com a qual está trabalhando. Em um futuro próximo do final da ação, a agência pode fazer uma campanha específica para essas pessoas, um e-mail marketing também onde esse público possa comprar o produto com um desconto em uma loja virtual estilo Submarino.com por exemplo, ou criar uma pesquisa mais abrangente com esse público, economizando a contratação de empresas de pesquisa e obtendo talvez, os mesmos resultados de outras metodologias de pesquisa; ter um sistema de CRM ligado a essa estratégia só vai potencializar os resultados.
O marketing de cultivo é ideal para não apenas fidelizar os consumidores, como fazer com que esses tragam novos consumidores, que também vão trazer novos consumidores. Outras ações vão ajudar a aumentar esse banco de dados, mas é importante saber que uma vez conquistado esses consumidores querem e precisam ser tratados como únicos, como sendo especiais e devem saber de tudo antes!
* Felipe Morais é publicitário, palestrante, professor, autor e blogueiro. Autor do livro PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DIGITAL, do Blog do Planejamento (plannerfelipemorais.blogspot.com) e mediador da rede para planners digitais pedigital.ning.com. Twitter.com/plannerfelipe
Espero que gostem dessa matéria, extraída de: Mundo do MarketingAinda que, assim como eu, discorde de um ponto de vista, o texto é bem bacana para compreender o conceito-chave do que é o marketing de cultivo. Ligia Mara Ferraz dos Santos.  Posted by Ligia on Oct 23, '09 8:56 AM for everyone Uma profissão que tem ganho muito destaque nos ultimos tempos é o de especialista em mídias sociais. Você sabe o que é? Está preparado pelo que virá pela frente? Encontrei uma matéria superbacana falando do assunto. Segue ela na integra: ::A nova profissão::Desde que a Internet se tornou fonte de renda para muitas pessoas, novas profissões surgiram; se analisarmos o mercado de web hoje então, podemos ver diversos profissionais especialistas em áreas que há 5 anos atrás nem existiam. Algumas profissões são adaptações do que já se via no mercado de comunicação e marketing, outras surgiram com a necessidade de trabalhos mais profissionais e de acordo com as novas tecnologias e tendências do mundo da comunicação digital. Eu mesmo, sou especialista em um ramo que até 2002, 2003 mal se ouvia falar nas agências: Planejamento Estratégico Digital, sou responsável por entender o que é a marca, seu consumidor e como fazer algo relevante para que esse consumidor seja impactado e compre produtos daquela marca, essa função já existe a muito tempo em agências, desde que o mestre Jon Steel resolveu adaptar algumas disciplinas de atendimento e pesquisa em uma nova área: Planejamento, com o avassalador crescimento da internet se adaptou esse profissional ao mercado digital, surgindo o especialista, assim como eu. Dentro de uma agência, além do famoso trio criação (diretor de arte + redator) + Tecnologia + Atendimento – que muitas agências ainda trabalham – surgiu o gerente de projetos, um profissional responsável por “fazer a coisa acontecer”, controlando prazos e recursos tanto tecnológicos como humanos; depois veio o profissional denominado arquiteto da informação, responsável por organizar as informações, links, banners, conteúdos dos sites de forma harmoniosa e de fácil acesso aos usuários, junto a esse profissional, surge o especialista em usabilidade com funções similares. Ambos trabalham junto assim como a famosa dupla de criação. Em 2004 surgiu no mundo um site chamado Orkut. Uma Rede Social do Google, que revolucionou o mercado de Internet sendo o principal responsável pelo conceito web 2.0, onde o usuário detinha o poder, aliás, a cada dia ele detém mais. No começo, Redes Sociais e Blogs eram coisas de adolescentes, logo as marcas não estavam interessadas em estar presente nesse meio, entretanto em pouco tempo, se percebeu que comunidades como “eu amo o McDonalds” ou “Quero Doritos de 5kg” estavam sendo altamente relevantes, os usuários estavam expondo ali seus desejos para quem quisesse ler; isso para os planners era uma pesquisa altamente relevante e de graça, logo as agências começaram a monitorar diariamente essas mensagens, “scraps” e comunidades. Surgiram até mesmo empresas especializadas em monitorar o que se fala das marcas na Internet, incluindo todas as redes como Orkut, Facebook, Twitter, Hi-5, MySpace, Beltrano, Limão entre outras milhares. A evolução disso foi rápida quando começou a se pensar: “ok, as pessoas estão falando das marcas espontaneamente, mas como as marcas podem fazer essas mesmas – ou outras – pessoas falarem bem delas?” É ai que surge mais uma área dentro de uma agência digital, uma área que a cada dia necessita de mais profissionais, que são raros: Analistas de Mídias Sociais. O perfil desse profissional não pode ser outro a não ser um jovem entre 18 e 25 anos, podendo ser homem ou mulher, com algo em comum: paixão pela web! São jovens que nasceram com a Internet e não conseguem viver sem ela. São jovens que acordam com o celular na mão, após a escola ou faculdade, passam a tarde em frente ao micro conversando com os amigos via dezenas de ferramentas, como por exemplo, um MSN, um Scrap no Orkut, um tweet no Twitter, tudo ao mesmo tempo, diga-se de passagem; são jovens que marcam encontros físicos pela web, se relacionam pela web, pesquisam, compram, jogam, namoram tudo de dentro de suas casas, ou do trabalho, Lan houses, escola entre outros pontos de acesso. Em meu livro, Planejamento Estratégico Digital (Ed Brasport) eu escrevi um sub-capítulo sobre a Helena, a garota digital. Em uma homenagem a minha prima, ainda com 6 anos, eu descrevi como será o dia-a-dia dela daqui 10 anos, quando ela estiver na transição escola – cursinho e já começar a pensar em seu futuro, onde ela acordava ouvindo seu iPod, tinha um blog que escrevia diariamente e até ganhava dinheiro com ele, com programas de afiliados, conversava com os amigos por dezenas de softwares e até as viagens de seus pais ela programava pela web; é esse tipo de pessoa que as agências estão buscando para serem seus analistas de mídias sociais, não devem ser apenas pessoas que conheçam as redes, mas pessoas que saibam como interagir, como gerar conteúdo relevante e como fazer as pessoas falarem bem das marcas. Sabe-se que a propaganda boca-a-boca é a mais eficiente do mundo. As pessoas acreditam muito mais na opinião da família e amigos do que um comercial de 30” na Rede Globo; é mais fácil eu comprar um carro que o meu pai me indicou do que comprar o que aparece no comercial da novela “Viver a Vida”, e isso não acontece apenas comigo, com você, amigo leitor, também; assim como eu, minha prima Helena ou qualquer outra pessoa você é um influenciador de compras, como também é uma pessoa influenciada; as redes sociais ajudaram a potencializar essa propaganda, por isso, que mesmo devagar as marcas querem, desejam e precisam saber como lidar, pois querendo ou não elas já estão nas Redes, mas precisam de pessoas que analisem o que se fala e melhorem a imagem das marcas, atraiam mais pessoas para suas comunidades através de conteúdos relevantes, que conversem em nome da marca com seus consumidores, que pesquisem, analisem o que está sendo falado e sugira diversas ações com esse público fiel, esse é o perfil que as agências buscam em um profissional de redes sociais. Você está preparado? Fonte: O MELHOR DO MARKETING 360º Posted by Ligia on Aug 28, '09 4:55 PM for everyone Estudantes brasileiros usam 'Tetris' para mobiliar casas de gamers
Móveis inspirados no jogo clássico têm diferentes cores e formatos. Projeto da Universidade Federal do Paraná foi criado para concurso. Se o projeto se concretizar, é possível que uma linha de móveis criada por dois universitários brasileiros invada futuramente as casas dos gamers. Isso porque Diego Silvério, 23, e Helder Filipov, 21, se inspiraram no jogo “Tetris” para desenvolver peças modulares e coloridas usadas como prateleiras, balcões, camas, estantes, cômodas e criados-mudos. Peças modulares poderão ser usadas como prateleiras, balcões, camas, estantes, cômodas e criados-mudos. (Foto: Divulgação )Os estudantes de design da Universidade Federal do Paraná criaram o projeto para um concurso realizado em 2007 e têm a intenção de tirá-lo do papel, assim que encontrarem parceiros. “A ideia surgiu como uma brincadeira. ‘Tetris’ é um jogo bem conhecido, que jogávamos quando crianças”, afirmou Silvério ao G1. Segundo ele, os móveis são conceituais, mas não deixam de lado a funcionalidade. Peças modulares poderão ser usadas como prateleiras, balcões, camas, estantes, cômodas e criados-mudos. (Foto: Divulgação )Projeto ainda não saiu do computador; estudantes buscam parceiros para produzir os móveis. (Foto: Divulgação )Móveis inspirados no jogo clássico têm diferentes cores e formatos. (Foto: Divulgação ) Posted by Ligia on Aug 12, '09 1:14 PM for everyone
Especialista em mecanismos de busca dá sugestões rápidas e fáceis para elevar o número de visitantes das páginas na internet.
O sonho de todo blogueiro ou editor de um site é impulsionar sua audiência. Para alcançar o objetivo, é preciso seguir alguns passos. O primeiro deles, claro, é ter um bom conteúdo. Mas só isso não basta.
Segundo o diretor de inteligência em mídias da agência de comunicação digital Hello Interactive, Tiago Luz, é fundamental seguir alguns princípios de Search Engine Marketing (SEM), o estudo sobre esse tipo de serviço na rede.
Luz sugere que os blogs e sites sejam simples e objetivos e que o título da página contenha as palavras-chave relacionadas ao seu conteúdo.
Veja mais dicas para você elevar o número de visitantes de seu blog ou site.
1. Evite usar vermelho
O especialista lembra que esta cor está associada a situações ruins, como conta bancária negativa. O ideal é usar verde ou azul, pois estas cores passam a sensação de seguir em frente, diz Luz.
Isso não é uma regra, é o ideal ... aqui cito 2 exemplos de sites que usam o vermelho: http://www.marinabrugger.com/?menu=interactive&work=rwhite / http://www.bluetonguefilms.com/uploaded_images/TSQ-NewWebSite2-719179.jpg
2. Destaque o mais relevante
Neste quesito, o principal alerta é que assunto importante deve estar antes da barra de rolagem do navegador . Seu serviço principal e seus botões de navegação devem ser vistos facilmente pelo usuário, diz.
Caso o internauta precise rolar a página para vê-los, provavelmente desistirá.
3. Humanize
O design da página deve ser amigável e atraente. É essencial usar imagens que remetam a situações felizes e evitar formulários longos e cansativos.
Utilizar a foto de uma pessoa com os braços cruzados não é muito bom, assim como é ruim uma imagem sem cor e sem vida, afirma Luz. O outro extremo, contudo, não é recomendado. Você trabalha com sonhos, mas não precisa colocar iates e mulheres de biquíni, brinca o executivo.
Caso queira levar o visitante a preencher algum questionário, dê um atrativo. Ele tem que acreditar que vai acontecer algo interessante. Não deixe parecer uma interface de programador, sem imagens, sugere o diretor.
4. Ajude os buscadores Se você quiser que seu site seja encontrado na rede, é preciso aparecer bem nos mecanismos de busca. Por isso, atente para algumas dicas básicas de utilização do Search Engine Optimization (SEO).
O título da página deve conter as palavras-chave relacionadas ao seu site. Use negrito no texto". Caso ainda esteja limitado a otimizações básicas, o especialista recomenda que o usuário leia mais sobre o assunto em sites confiáveis e fóruns de discussão.
E, se você quiser transformar seu espaço na internet em um negócio lucrativo, vale a pena pagar uma consultoria para ir além dos conceitos básicos de otimização de sites, aconselha Luz.
5. Deixe comentar Os comentários com a opinião de leitores convencem mais do que uma propaganda na TV, na opinião de Luz. Esse recurso traz credibilidade, diz ele.
Outra dica é não moderar os comentários, por mais que isso possa gerar problemas. Quando houver algum incidente , a questão deve ser resolvida ali mesmo, abertamente. Se o dono do site exigir o preenchimento de um cadastro para a liberação de comentários, o material deve ser sucinto, como a solicitação de um e-mail, recomenda Luz.
6. Links patrocinados É sempre benéfico saber o que os concorrentes estão fazendo e anunciar um diferencial. Aderir aos links pagos em buscadores é uma ótima opção. Luz alerta para ressaltar descontos e fretes grátis, caso existam, no caso da divulgação de um produto.
E atenção: o link incluso na busca deve enviar o internauta direto para a categoria buscada por ele, e não para a página inicial do site.
7. Esteja nas redes sociais O perfil da página no Twitter deve ter informações úteis e serviços ao usuário. Depois de alguns meses, você cria credibilidade e, com estas informações, você pode colocar links para o site, sugere Luz. Se fizer isso de cara, o visitante cai fora, pois pensa se tratar de propaganda.
Redes sociais como o Orkut devem ser usadas como meio para saber o que as pessoas falam sobre o site, sejam comentários bons ou ruins.
8. Atualize, atualize e atualize A lógica é simples, mas muitas vezes esquecida. Por que a pessoa volta a um site? Porque há algo novo que gostaria de ver lá, resume Luz.
E o conselho se estende ao visual da página. Gosto muito de sites que a cada seis meses modificam algum aspecto do espaço. As páginas devem estar sempre em construção, diz. Posted by Ligia on Aug 7, '09 1:38 PM for everyone
Por: Fabio Bracht
E nós dizemos que é quatro vezes isso se o filme em questão for Sex and The City e você for homem. Pesquisadores da Universidade de Tóquio descobriram que o cérebro pausa por até 450 milisegundos com cada piscadela, o que significa que perdemos até 6 segundos de informação visual por minuto -- ou cerca de 15 minutos por um período de 150 minutos, o que dá mais ou menos um filme. Ao rastrear os movimentos oculares de um grupo de voluntários, a equipe também descobriu que os espectadores de um filme às vezes começam a piscar todos juntos; uma manifestação externa de compartilhar uma experiência em comum. Aparentemente, as piscadas sincronizadas acontecem em momentos "não-críticos", como logo depois de uma explosão ou quando a Megan Fox sai de cena. [University of Tokyo via New Scientist] Esse texto foi extraído na cara larga daqui: http://www.gizmodo.com.br/conteudo/estudo-diz-que-nos-perdemos-15-minutos-de-cada-filme-so-piscando-os-olhos Posted by Ligia on Aug 5, '09 4:45 PM for everyone |  |
Vou fugir um pouco dos assuntos que sempre menciono para colocar um texto que me chamou bastante atenção. Trata-se de um texto de um amigo, o Bruno, com uma escolha de palavras muito bem feita, ele revela seu olhar sobre o feminino e a melhor maneira de o homem penetrar no que a mulher tem de mais valioso, a sua alma.
Ah, esse ser misterioso e fascinante chamado mulher...
Em uma exposição de fotografias, ouvi a seguinte frase do fotografo: Para fotografar nu feminino, é preciso gostar de mulher".
Eu sorri, porque na minha cabeça aquilo parecia meio óbvio... Mas antes que qualquer um fizesse algum comentário, ele completou: -Não se trata de gostar de mulher no sentido sexual, ter tesão por mulher nua, essas coisas. Isso pode ter também. Mas, se trata de gostar de mulher, em um sentido mais profundo. Gostar do universo feminino. Observar que cada calcinha é única, tem uma rendinha diferente e ficar entretido com isso - afirmou. Não basta ser heterossexual, o machão latino. Para gostar de verdade de uma mulher, são necessários outros requisitos que são raros. Por isso a mulherada anda insatisfeita. Sensibilidade é fundamental. Paciência também. O homem que não tem paciência para escutar a necessidade que a mulher tem de falar, ou sensibilidade para cativá-la a cada dia, não gosta de mulher. Pode gostar de sexo com mulher. O que é bem diferente. Gostar de mulher é algo além. É penetrar em seu universo, se deliciar com o modo com que ela conta todo o seu dia, minuto por minuto, quando chega do trabalho. Ficar admirando seu corpo, ser um verdadeiro devoto do corpo feminino, as curvas, o cabelo, seios. Mas também cultuar a sagacidade feminina, sua intuição, admirar seu sorriso, que é muito mais espontâneo que o nosso. Gostar de mulher é querer fazê-la feliz. Levar flores sem nenhum motivo a não ser o de ver seu sorriso. É escutar pacientemente todas as queixas. O homem que gosta de mulher não está preocupado em quantas mulheres ele comeu durante a vida, mas sim, com a qualidade do sexo que teve. Quantas mulheres ele realizou sexualmente, fazendo-as se sentirem desejadas, amadas, únicas, deusas, na cama e na vida. O homem que gosta de mulher, não come mulher. Ele penetra não só no corpo, mas na alma, respirando, sentindo, amando cada pedacinho do corpo, e, é claro, da personalidade. "Para viver um grande amor é necessário ser de sua dama por inteiro", afirmou Vinícius de Moraes no poema; Para amar verdadeiramente uma mulher, o homem deve ser totalmente fiel... traí- la, jamais! Amá-la até a raiz dos cabelos. Admirá-la, se deixar apaixonar todo dia pelo seu sorriso ao despertar... E principalmente conquistá-la, seduzi-la, como se fosse a primeira vez. O homem que não tem paciência, nem tesão, nem competência para lhe seduzir várias e várias vezes, esse, não se iluda... Não gosta nem um pouco de mulher. Conquistar o corpo e a alma de uma mulher é algo tão gratificante que tem que ser tentado várias vezes. Só que alguns homens, os que não gostam de mulher, querem conquistar várias mulheres. Os que gostam de mulher são que conquistam várias vezes, a mesma mulher. E isso nos gratifica, nos fortalece e nos dá uma nova dimensão. A dimensão da poesia, do amor e em última instância, do impenetrável universo feminino. Gostar de mulher e penetrar em seu universo, não é torná-las cativas, e, sim, libertá-las, admirá-las em sua insuperável liberdade. Uma das músicas com que mais me identifico é uma em inglês por incrível que pareça. Have you really ever loved a woman., do Bryan Adams. A música foi tema do filme Don Juan de Marco, e em uma tradução livre, quer dizer Tu já realmente amaste uma mulher?. Em toda a música o cantor fala sobre a necessidade de se conhecer os pensamentos femininos, sonhos, dar-lhe apoio, para amar realmente uma mulher. Essa música é perfeita.
Como se vê, gostar de comer mulher é fácil. Agora... gostar de mulher é dificílimo!
E para os bagual véio que comentam aqui, eu pergunto: Have you really ever loved a woman?
Só pra esclarecer, esse post não é pra ninguém em específico, só uma opinião própria da qual eu não tenho com quem compartilhar.
NP: Kleiton e Kledir Paixão (ouçam a música e/ou leiam a letra, e entenderão melhor ainda o espírito do post.
Fonte: http://www.fotolog.com.br/linuxinside/50255978
Espero que tenham gostado. ^^ |
Posted by Ligia on Jul 22, '09 12:59 PM for everyone Posted by Ligia on Jul 19, '09 5:42 PM for everyone Quem nunca passou por momentos constrangedores em que não sabemos o que estão falando, mas ficamos com vergonha de admitir e parecermos burros?
O site LISTA 10 publicou essa lista com 10 maneiras de dizer que não sabe um assunto, detalhe, com muita classe:
1. Desconheço o termo em questão.
2. Ignoro o paradeiro dessa pessoa em particular.
3. Não tenho uma resposta apropriada para isso.
4. Poderia instruir no aspecto que acaba de mencionar?
5. Meus conhecimentos não abrangem essa determinada área.
6. Ignoro o fim ou meta de tal processo.
7. Não tive a vontade de conhecer esse lugar.
8. Este aspecto é totalmente alheio a minha pessoa.
9. Isso é algo que eu gostaria de saber tanto como você.
10. Falar a verdade fico até envergonhado de falar algo na frente de quem entende tanto do assunto. Posted by Ligia on Jul 3, '09 12:20 PM for everyone Posted by Ligia on Jul 3, '09 12:18 PM for everyone Posted by Ligia on Jun 29, '09 2:13 PM for everyone 

Música clássica poderia servir de tratamento a pressão alta e problemas do coração Por Stella Dauer Essa é para quem sempre disse que quem canta os males espanta. Pesquisadores descobriram que o fluxo do sangue e as taxas respiratórias podem ser sincronizadas com música, e suas variações podem influenciar no corpo humano, relaxando-o ou excitando-o. Luciano Bernardi, pesquisador de Medicina Interna da Universidade Pavia, na Itália, afirma que a música pode induzir mudanças no sistema cardiovascular. Não é apenas a emoção que cria as mudanças cardiovasculares, mas este estudo sugere que também o oposto pode ser possível, que as mudanças cardiovasculares podem ser a base para as emoções, de forma bidirecional, relata Bernardi. O estudo, publicado no Journal of the American Heart Association, foi feito com 24 participantes, sendo 12 cantores experientes e 12 pessoas que não possuíam qualquer treinamento musical. Além disso, todas as pessoas tinham idades, etnias e educações parecidas, uma vez que a diferenciação desses fatores poderia gerar respostas diferentes. Cinco faixas de música clássica e dois minutos de silêncio foram apresentados às pessoas, que estavam sendo analisadas com eletrocardiogramas e monitores para que fossem medidos itens como pressão do sangue, fluxo arterial cerebral e respiratório e estreitamento dos vasos sangüíneos na pele. Os resultados foram interessantes. Os pesquisadores da Universidade Pavia descobriram que conforme aconteciam os crescendos um aumento gradual do volume e intensidade nas músicas, os vasos sangüíneos das pessoas se estreitavam, a pressão sangüínea subia, os batimentos cardíacos ganhavam velocidade e amplitude da respiração aumentava. Em cada faixa de música a porção do efeito foi proporcional à mudança no perfil musical. Quando aconteciam os decrescendosou as pausas de dois minutos em silêncio, o corpo das pessoas relaxava, e todos os índices que haviam crescido, diminuíam. Juntamente com as respostas do corpo aos crescendos e decrescendos, certas frases rítmicas musicais pareciam sincronizar com o ritmo inerente do coração. Essas frases, vindas de duas peças do compositor Verdi, tinham 10 segundos cada, tempo similar ao padrão de oscilação na pressão sangüínea. Essas respostas do coração não estavam relacionadas à emoção, e tampouco precisaram de qualquer mudança na respiração para acontecerem. De acordo com o site TG Daily, vários outros estudos relacionados à música já foram feitos, e mostram que ela pode diminuir o stress, aumentar a performance atlética de uma pessoa e aumentar as habilidades motoras de pacientes com problemas neurológicos. O que estamos aprendendo com os estudos atuais e anteriores é que alternar entre músicas rápidas e lentas pode ser potencialmente mais eficaz, disse Bernardi. Um resultado como esse pode provar quer a música pode ser utilizada em terapias para doenças cardíacas ou problemas de pressão alta, noticiou o site Forbes. O perfil da música (crescendo oudecrescendo) é continuamente rastreado pelos sistemas cardíaco e respiratório. Isso fica evidente quando a música é rica em ênfases, como nas óperas, ressaltou Bernardi. Essas descobertas aumentam nosso entendimento de como a música pode ser utilizada em medicina de reabilitação, completa. www.geek.com.br
 Comentário aleatório: além disso há influencias comportamentáis, veja o caso do funkeiro (só tem merda na cabeça), do sertanejo (corno), do pagodeiro (favelado metido a besta) ...
 Posted by Ligia on Jun 26, '09 12:27 PM for everyone Posted by Ligia on Jun 23, '09 1:55 PM for everyone
por Roberto Tietzmann
1. Começa seu diário com "SEQ. 05/11/1998. QUARTO DE MANECO - INTERIOR / DIA". 2. Ao chegar na casa nova de um amigo, diz "Que locação! " 3. Rouba um guardanapo da casa e rascunha um punhado de storylines aproveitando o cenário. 4. Gasta seus últimos cinco pilas pagando o ingresso para aquele estrambótico filme de arte europeu em vez do seu almoço, apesar do ronco cavernoso do estômago. 5. Aproveita e se esconde no banheiro do cinema pra pegar a sessão seguinte sem pagar. 6. Quando assiste um filme na tv você apaga as luzes , coloca o celular em vibracall e faz "ssssshh!" quando sua namorada tenta falar com você. Como vingança, ela pisca uma lanterna na sua cara assim que você põe as pernas sobre a cadeira da sala. 7. Em dia de sol, canta "Singin' In The Rain" no chuveiro. Com guarda-chuva e tudo. 8. Sua frio quando percebe que já viu todos -eu disse todos- os filmes em cartaz na cidade. Parte então para os cinemas de sexo explícito, escrevendo longas críticas a respeito do roteiro, continuidade e atuação. 9. Dá a seus filhos o nome de Lumière, Mélies e Griffith da Silva. 10. Avisa a todos da sua família que quer que o epitáfio inscrito em sua sepultura seja "Rosebud". Fonte: http://www.nao-til.com.br/nao-59/dez.htm Eu li esse post e já me deparei com coisas similares. Não mexo com cinema, mas já participei de alguns ciclos e tive aulas de cinema na faculdade. 1. Quando vou escrever sobre ambientes faço isso de vez em quando ... rss 2. Não chego a esse exagero, mas há lugares que chego e penso, "aqui é perfeito para aquela cena" 3. Não roubo, mas memorizo o que pensei e depois passo para o papel [ o quanto antes, se não esqueço ] 4. Não deixo de comer, mas como menos, ando mais para economizar e ver algo que eu quero ligado a arte [ não apenas cinema ] 5. ainda hey de tomar coragem para fazer isso! 6. Gosto de assistir a filmes sozinhas. 7. Já fiz isso na rua ... 8. Nunca tenho dinheiro o suficiente para ir ao cinema tantas vezes em um mês ... [ abençoado sejam os downloads ] 9. Aqui é viagem ... dar um sobrenome como é phoda. Mas se fosse para escolhe um sobrenome acho que dos citados Lumiere é bem bacana. 10. Caraca, eu quero ser cremada, mas esse epitáfio em uma lápide, é digno de foto e aplausos
 | Olá Lígia Cá estou a enviar-te uma beijoka e agradecer o teu cuidado. Espero estejas bem. Obrigado pelo teu comentário Beijinhos João |
 | Olá, obrigado pela visita e pelo comentário. Muito bom, criativo e bem humorado seu blog! Abraço. |
 | Desculpa fui estragar a harmonia do teu blog. Opssssss. Vou ter mais cuidado da próxima. Jinhos Joka |
 | Olá Lígia Obrigado pela tua atenção, se kiseres responder-me via mail, o meu é: jokaguimaraes46@gmail.com Estarei, atento e responder-te-ei sempre. Foi um prazer conhecer-te também Beijinhossss Joka |
 | Olá Lígia Obrigado pela pronta resposta. Adorei-te Parabens pelo teu Blog ***** Fabuloso. Bdeijos com carinho e uma óptima semana Bjinhossssssssssssssssssssss |
 | Olá Lígia Adorei o teu Blog, vou passar mais vezes por cá. Desejo-te uma Feliz e Santa`Páscoa. Beijos João |
 | Olá, querida!!! Td bem??? Excelente semana!!!! Bjs. |
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abovo wrote on Oct 29, '07 You are so sweet and cute ;) glitter-graphics.com Kiss from Hungaryan :) |
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